Quando mais menino, escrevi um pequeno continho-plágio de leve terror. Fui feliz ao vê-lo terminado e hoje não lhe posso olhar a capa. E possuiu capa. Fiz como obrigação escolar aparte do prazer de tê-lo escrito. Estranho é que jamais me atrevi a escrever novamente, me pergunto se tenho medo. Claro, refiro-me a algo um tanto mais criativo que este blog de amor imprestável-invisível. A graça desse blog pra quem o observa, (e quem o diabos o observa?) é denunciar a ausência de talen...nexo pra escrever até mesmo coisinhas bobas, cotidianas e insights noturnos. Mas se encontro diversão aqui, é denominar os laços que ligam um publicação à outra, sempre há alguma migalhinha deixada na psiquê-literária e online a ser desvendada por algum perfeito lunático(a) ausente de meu consentimento. Mas, voltando. Acho que algum dia ainda volto a me aventurar, é algo válido, não é mesmo? Disse que sim. Se bem que, o que hoje não é encorajado para aflorar nossa loucura sadia? E pra afirmar o que diabos não sou; não sou um sociógo. Portanto, vou pensar a respeito da outra idéia. Tanta coisa tá se aparecendo nesse comecinho de mês: tudo meu, tudo meu, tudo meu (incentivável!).
Ah, e, bem...é aquela coisa da maçã, deu com os burros n' água...pois é, não vou me reservar a comentar isso aqui. Fiz aprendizados fantásticos no silêncio e vou repassar dipois (=^k) pralguns, mas é aquilo, essas coisas nunca acabam assim...
08 agosto 2008
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